quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Da avenida Paulista para a Roosevelt
Muito Feliz! Com muitas saudades desse amigo maravilhoso e excepcional ser humano, buscando pelo google da vida, me deparei com essa matéria. E chorando muito, mas de alegria, posto ela aqui, com a certeza de que nada é em vão, que apesar de trabalhar, ou melhor fazer a rua, como ele mesmo diz... faça chuva ou faça sol, ele esta sendo reconhecido.
Parabéns Paulo! Vc merece! Um matéria em um dos melhores e mais competentes jornais do país.
Da avenida Paulista para a Roosevelt
Há 16 anos Paulo Gaeta leva seus tipos cômicos à avenida. Agora, ele pode ser visto também no palco
Maiara Camargo, maiara.camargo@grupoestado.com.br
O bacharel em Direito Paulo Cerruti Gaeta, de 59 anos, sabia que não seria advogado antes mesmo de concluir a universidade. O curso, que fez aos 25 anos, por insistência da mãe, serviu apenas para dar mais certeza sobre sua verdadeira vocação: o teatro. Talvez pelos três anos em que passou preso no escritório de uma companhia de seguros, hoje aproveita a liberdade de ser um artista de rua, mesmo que o retorno financeiro não seja dos melhores.
Quem passa pelo lado ímpar da Avenida Paulista aos sábados e domingos, mais ou menos às 16h, tem a chance de ver o pequeno circo que Gaeta monta em frente ao casarão número 1.919. A cada dia, um novo show, com um personagem diferente. O artista, que se apresenta na região há 16 anos, oferece versões cômicas de Charlie Chaplin, Marilyn Monroe, Jesus Cristo, Drácula, drag queens e até Monga, a mulher que se transforma em macaco dentro de uma caixa de papelão, que esconde apenas a cabeça do artista.
“Minha primeira apresentação foi com um grupo de alunos. Mas aos poucos eles foram desistindo e eu virei uma espécie de ‘one man show’. Hoje, o que faz mais sucesso são as figuras femininas”.
Logo depois de deixar o Direito, Gaeta estudou arte dramática com a atriz e diretora Myriam Muniz (1931-2004). Dar aula acabou se tornando também uma opção para ele. Especialista em commedia dell1arte (teatro popular improvisado), chegou a ensinar teatro simultaneamente em dez escolas. Hoje, é professor em apenas um colégio.
“Antigamente, era só bater nas portas que elas se abriam, agora, a situação é diferente”, conta o ator. Sem constrangimentos, ele declara que depende da ajuda financeiramente de uma tia para sobreviver. “Ela me incentiva desde pequeno. Tomou o lugar da minha mãe, quando ela morreu”.
Além das salas de aula, o contato próximo com as crianças era garantido pelo show do Tio Penáceo, personagem com o qual Gaeta se apresentou por 30 anos em festas infantis. “Comecei fazendo um show de fantoches na Praça Marechal Deodoro. Graças ao boca a boca, fui chamado para participar de festas de criança. Minha referência era o Arrelia, o palhaço da minha infância”, diz.
Recentemente, o trabalho do ator chamou a atenção do diretor amazonense Francisco Carlos. “Ele viu minha apresentação na rua e me convidou para fazer um papel na peça Banana Mecânica (leia mais abaixo). Depois desse, já estamos negociando outro espetáculo.”
Parabéns Paulo! Vc merece! Um matéria em um dos melhores e mais competentes jornais do país.
Da avenida Paulista para a Roosevelt
Há 16 anos Paulo Gaeta leva seus tipos cômicos à avenida. Agora, ele pode ser visto também no palco
Maiara Camargo, maiara.camargo@grupoestado.com.br
O bacharel em Direito Paulo Cerruti Gaeta, de 59 anos, sabia que não seria advogado antes mesmo de concluir a universidade. O curso, que fez aos 25 anos, por insistência da mãe, serviu apenas para dar mais certeza sobre sua verdadeira vocação: o teatro. Talvez pelos três anos em que passou preso no escritório de uma companhia de seguros, hoje aproveita a liberdade de ser um artista de rua, mesmo que o retorno financeiro não seja dos melhores.
Quem passa pelo lado ímpar da Avenida Paulista aos sábados e domingos, mais ou menos às 16h, tem a chance de ver o pequeno circo que Gaeta monta em frente ao casarão número 1.919. A cada dia, um novo show, com um personagem diferente. O artista, que se apresenta na região há 16 anos, oferece versões cômicas de Charlie Chaplin, Marilyn Monroe, Jesus Cristo, Drácula, drag queens e até Monga, a mulher que se transforma em macaco dentro de uma caixa de papelão, que esconde apenas a cabeça do artista.
“Minha primeira apresentação foi com um grupo de alunos. Mas aos poucos eles foram desistindo e eu virei uma espécie de ‘one man show’. Hoje, o que faz mais sucesso são as figuras femininas”.
Logo depois de deixar o Direito, Gaeta estudou arte dramática com a atriz e diretora Myriam Muniz (1931-2004). Dar aula acabou se tornando também uma opção para ele. Especialista em commedia dell1arte (teatro popular improvisado), chegou a ensinar teatro simultaneamente em dez escolas. Hoje, é professor em apenas um colégio.
“Antigamente, era só bater nas portas que elas se abriam, agora, a situação é diferente”, conta o ator. Sem constrangimentos, ele declara que depende da ajuda financeiramente de uma tia para sobreviver. “Ela me incentiva desde pequeno. Tomou o lugar da minha mãe, quando ela morreu”.
Além das salas de aula, o contato próximo com as crianças era garantido pelo show do Tio Penáceo, personagem com o qual Gaeta se apresentou por 30 anos em festas infantis. “Comecei fazendo um show de fantoches na Praça Marechal Deodoro. Graças ao boca a boca, fui chamado para participar de festas de criança. Minha referência era o Arrelia, o palhaço da minha infância”, diz.
Recentemente, o trabalho do ator chamou a atenção do diretor amazonense Francisco Carlos. “Ele viu minha apresentação na rua e me convidou para fazer um papel na peça Banana Mecânica (leia mais abaixo). Depois desse, já estamos negociando outro espetáculo.”
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Paulo Gaeta - Em construção
Sábado, 09 de janeiro de 2010.
O ator, palhaço,cantor, professor, enfim um shouwman da Avenida Paulista, abre as portas de seu apartamento para mim ( Noara), Eduardo e Luiz.
O que seria um simples bate-papo, virou uma grande amizade e oxalá em um trabalho biográfico.
Aos 59 anos, pai de 4 filhos, Fávia, Estela, Franscico e Dudu, esse paulistano, geminiano, advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco, sempre dedicou sua vida ao teatro.
Quando pequeno, ganhou de sua avó um mini cirquinho, a qual define como vovó ao falar nela e ainda possui uma tela pintada a óleo com sua foto.
Mais tarde com o desenrolar da conversa fomos apresentados ao seu cão Ascoti, nascido da mistura de poodle e cooker spanel,que curiosamente, costuma latir para as visitas, , mas neste dia, ficou quietinho, apenas com alguns resmungos de quem queria passear.
Paulo comenta que em algumas entrevista feitas, pediram para que o definisse, mas segundo ele mesmo: " Eu odeeeeio esssa coisa de definição"
Apesar das dificuldades do dia- dia, o ator é um apaixonado pela vida, tem loucura por ela e define a pureza, como " aquilo que você tem no seu signo, que você mais ama, que é a complexidade.
Tem como inspiração o palhaço Piolin, Abelardo Pinto, que segundo sites especializados, conquistou o reconhecimento dos intelectuais da Semana da Arte Moderna, em meados de 1922. Definido por Wahington Luiz como " o maior palhaço do mundo".
A seguir seguem as palavras de Paulo Gaeta, e por favor caros leitores, só lhes peço uma coisa: Aplaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaausos!
O ator, palhaço,cantor, professor, enfim um shouwman da Avenida Paulista, abre as portas de seu apartamento para mim ( Noara), Eduardo e Luiz.
O que seria um simples bate-papo, virou uma grande amizade e oxalá em um trabalho biográfico.
Aos 59 anos, pai de 4 filhos, Fávia, Estela, Franscico e Dudu, esse paulistano, geminiano, advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco, sempre dedicou sua vida ao teatro.
Quando pequeno, ganhou de sua avó um mini cirquinho, a qual define como vovó ao falar nela e ainda possui uma tela pintada a óleo com sua foto.
Mais tarde com o desenrolar da conversa fomos apresentados ao seu cão Ascoti, nascido da mistura de poodle e cooker spanel,que curiosamente, costuma latir para as visitas, , mas neste dia, ficou quietinho, apenas com alguns resmungos de quem queria passear.
Paulo comenta que em algumas entrevista feitas, pediram para que o definisse, mas segundo ele mesmo: " Eu odeeeeio esssa coisa de definição"
Apesar das dificuldades do dia- dia, o ator é um apaixonado pela vida, tem loucura por ela e define a pureza, como " aquilo que você tem no seu signo, que você mais ama, que é a complexidade.
Tem como inspiração o palhaço Piolin, Abelardo Pinto, que segundo sites especializados, conquistou o reconhecimento dos intelectuais da Semana da Arte Moderna, em meados de 1922. Definido por Wahington Luiz como " o maior palhaço do mundo".
A seguir seguem as palavras de Paulo Gaeta, e por favor caros leitores, só lhes peço uma coisa: Aplaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaausos!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
"Desejo que você...
Não tenha medo da vida, tenha medo de não vivê-la.
Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes.
Só é digno do pódio quem usa as derrotas para alcançá-lo.
Só é digno da sabedoria quem usa as lágrimas para irrigá-la.
Os frágeis usam a força; os fortes, a inteligência.
Seja um sonhador, mas una seus sonhos com disciplina,
Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas.
Seja um debatedor de idéias. Lute pelo que você ama... "
(Augusto Cury)
Não tenha medo da vida, tenha medo de não vivê-la.
Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes.
Só é digno do pódio quem usa as derrotas para alcançá-lo.
Só é digno da sabedoria quem usa as lágrimas para irrigá-la.
Os frágeis usam a força; os fortes, a inteligência.
Seja um sonhador, mas una seus sonhos com disciplina,
Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas.
Seja um debatedor de idéias. Lute pelo que você ama... "
(Augusto Cury)
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